ReproduçãoInfluenciador flagrou uma tentativa de golpe na praia de Copacabana
O influenciador de viagens do canal Slick Travels foi alvo de uma tentativa do chamado “golpe da maquininha” na areia da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. No seu último vídeo publicado, o criador de conteúdo expôs o vendedor ambulante que tentou cobrar mais de R$10 mil em uma canga.
Nas imagens, Slick registra a abordagem desde o início e explica, em inglês, que não era a primeira vez que passava por uma situação semelhante. Ele também descreve o funcionamento do “golpe da maquininha”, no qual o vendedor oferece um produto por um preço baixo e, no momento do pagamento com cartão, tenta, segundo o influenciador, “tirar todo o dinheiro da conta”.
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O vídeo mostra o momento em que o vendedor informa que o produto custa R$ 5 e, prontamente, o influenciador tenta pagar o valor em dinheiro, mas o suposto golpista se recusa a receber alegando que o valor precisaria “cair direto na conta do seu chefe” e por isso só aceitaria o pagamento via cartão de crédito ou débito.
Para mostrar a tentativa de golpe, o criador de conteúdo avisa no vídeo que irá utilizar um cartão falso para provar a atividade ilícita. Na prática, ele utiliza um cartão digital inativo na maquininha e após a tentativa de pagamento, o influenciador mostra a notificação de uma transação recusada no valor de R$10.308.
Quando Slick informa ao vendedor que não conseguiu concluir o pagamento, o homem começa a mudar o tom da conversa argumentando que o influenciador sequer teria digitado a senha e insiste para que tente novamente.
O criador de conteúdo volta a oferecer os R$ 5 em dinheiro, mas o vendedor não aceita. Em seguida, toma a canga das mãos do influenciador e deixa o local proferindo ameaças relacionadas à gravação de sua imagem.
No final do vídeo, o influenciador ironiza a situação afirmando que “o golpista sofreu um golpe”.
Turistas devem procurar a DEAT
Até o momento, nenhum boletim de ocorrência sobre esse caso em específico foi registrado. Mas episódios como esse, tem se tornado comuns nas orlas das praias do Rio de Janeiro, especialmente contra turistas.
Nessa situação, turistas que suspeitem ter sido vítimas de fraude, cobrança indevida mediante engano, ameaça ou outro crime relacionado devem procurar a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT), que já investiga quadrilhas que atuam na região da Zona Sul.
Fonte: ULTIMOSEGUNDO.IG.COM.BR

