Semana de 4 dias? "Há temas que não devemos discutir em praça pública"

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) considerou, esta quarta-feira, que há certas propostas que devem ser discutidas primeiro na Comissão Permanente de Concertação Social antes de serem abordadas publicamente.

“Tive o cuidado de dizer quer ao primeiro-ministro, e também à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que há determinados temas que não devemos discutir em praça pública”, afirmou, exemplificando com propostas como a semana de quatro dias de trabalho ou o aumento salarial de 20%. “[Os temas] não foram apresentados”, referiu.

Francisco Calheiras considerou que antes de falar sobre esse assunto publicamente era necessário “definir critérios” e “ser objetivos”, por forma a saber o que está a discutir. “Estamos a falar de quê? 20% em conta a inflação?”, questionou, acrescentando que ” se calhar”, tendo em conta esse parâmetro, um aumento de 20% “se calhar seria pouco”. 

Em relação à reunião do Governo com os parceiros sociais, o responsável afirmou que, em relação ao setor do Turismo, tinha tentado abordar as prioridades nacionais de trabalho da União Europeia, algo que António Costa terá rejeitado, devido à ausência do secretário de Estado dos Assuntos Europeus.

Para além da tentativa de abordar os assuntos quer a nível macro, como a nível micro, “mais setorial”, Francisco Calheiras abordou ainda a questão do aeroporto, que tem tido alguns constrangimentos na altura das chegadas de passageiros.

“Há dois meses previ o que ia acontecer e, infelizmente, aconteceu, por isso neste momento a prioridade n.º 1  do Turismo é que se não tivermos um novo aeroporto decidido rapidamente a situação do aeroporto não estica e vai-se repetir mais vezes”, defendeu.

Num reunião marcada pela véspera do Conselho Europeu, na qual o tema principal será a ‘luz verde’ da candidatura da Ucrânia – e da Moldava – no bloco, o responsável pelo setor do Turismo garantiu que a CTP se “CTP se solidarizou com a posição” do Governo, referindo ainda que no Conselho Europeu seria necessário  “ter alguma cautela com esta espiral inflacionista e com medidas de impactos económicos. “Em nosso entender não irá acontecer o que aconteceu antes de 2019 – ou seja, uma deflação”, considerou, acrescentando que não seria possível também ter uma inflação a 8%.

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Fonte: NOTICIASAOMINUTO.COM