Com falta de 'kit intubação', governo de São Paulo declara emergência para saúde não colapsar

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Nesta última terça-feira (13), o governo de São Paulo enviou um documento ao Ministério da Saúde que em seu conteúdo continha a necessidade imediata de recebimento de medicamentos necessários para realizar intubações, o chamado “kit intubação”. O governo declarou que a situação de São Paulo é de emergência e que o estoque dos medicamentos deveria ser reposto no máximo em 24 horas para evitar um grande desabastecimento dos hospitais.

De acordo com o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn declarou que caso nenhuma ajuda seja dada ao estado, nos próximos dias irá faltar os medicamentos necessários. Os principais medicamentos em falta são os bloqueadores musculares e sedativos. Os sedativos são essenciais para que os pacientes continuem “dormindo” e permanecem intubados, já os bloqueadores musculares são necessários para que os pacientes não sintam as dores do tratamento.

O secretário afirmou no documento, que já vem há mais de quarenta dias solicitando ajuda do Ministério da Saúde para que o estoque dos fármacos sejam repostos em São Paulo. Jean Gorinchteyn ainda afirmou que já enviou nove ofícios à pasta, contudo, não obteve nenhum retorno. O secretário também disse que envia informações diárias sobre o estoque dos medicamentos em São Paulo, contudo, não é atendido.

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O Ministério da Saúde recebe de todas as farmacêuticas no país o excedente da produção de medicamentos para redistribuí-los aos estados, por meio do SUS. Mas, o secretário de Saúde de São Paulo afirmou que a quantidade recebida pelo estado é ínfima pela quantidade de residentes no ente federal.

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O Ministério da Saúde foi questionado pela falta de envio de medicamentos a São Paulo, entretanto, ainda não respondeu. A intubação é extremamente necessária para o tratamento das pessoas que se encontram em estado grave, por conta d Covid-19. 

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Fonte: I7NEWS.COM.BR