Caso Beatriz tem reviravolta: advogado diz que suspeito foi pressionado a confessar; carta alega inocência

O caso do crime envolvendo o assassinato da pequena Beatriz Angélica Mota, de sete anos, golpeada com 42 facadas, ganhou um novo capítulo, graças às mudanças na defesa apontada pelo novo advogado de Marcelo da Silva, de 40 anos, réu confesso do crime.

O assassinato aconteceu no ano de 2015 quando o suspeito teria tirado a vida da menina durante uma formatura no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, que fica em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Segundo o novo defensor, o homem escreveu uma carta em que diz ter sido pressionado a confessar o crime.

De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS), o suspeito confessou o assassinato para dois delegados da força-tarefa que estão responsáveis por fazer as investigações do caso. Esse depoimento aconteceu depois que o DNA encontrado na faca utilizado no crime apontou que ele seria o autor.

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Carta de suspeito alega inocência

Segundo o advogado, essa carta foi redigida depois que ele assumiu o caso de Marcelo, que está em regime fechado no Presídio de Igarassu, que fica na Grande Recife. O suspeito teria escrito que não cometeu o assassinato, alegando a inocência.

Na carta, que você pode conferir na íntegra abaixo, ele disse que confessou na pressão, que estão querendo a morte dele e que ele está precisando de ajuda. Ele diz que está com medo de morrer, afirma não ser o assassino e relata querer conversar com a mãe de Beatriz e deseja a proteção da mãe dele.

O novo advogado de Marcelo assumiu o caso depois que a antiga defensora, Niedja Mônica da Silva, afirmou no último sábado (15) que o acusado chorava ao falar do crime e que quis confessar a autoria para “aliviar o coração” de Lucinha Mota, mãe da menina.

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Fonte: I7NEWS.IG.COM.BR