Caso Henry: pai acredita que filho foi imobilizado por Monique enquanto Jairinho cruelmente lhe tirava a vida

Na cobertura de frente para a Praia do Recreio, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro, há inúmeras lembranças espalhadas do pequeno Henry por todos os cantos do apartamento. Às vésperas de completar um ano do falecimento do menino, Leniel Borel revelou que ainda não teve coragem de se desfazer dos pertences do filho. O engenheiro contou que ainda está processando a perda de Henry e que pretende doar os objetos para crianças que foram vítimas de violência doméstica.

Em uma entrevista exclusiva para o Jornal Extra, Leniel revelou que está criando uma Organização Não Governamental (ONG) para ajudar pessoas que estão sofrendo maus tratos. Ele disse que resolveu fazer isso para salvar vidas e evitar que mais crianças tenham um fim trágico, como o caso de seu filho.

Emocionado, o engenheiro lamentou o ocorrido e disse que não entende como a própria mãe não impediu que essa tragédia acontecesse. Leniel ainda disse que Henry era uma criança doce, meiga, feliz e muito educada. “Até hoje, não consigo entender por que ele foi agredido, torturado e assassinado e, principalmente, como a mãe não o protegeu”, desabafou o pai do menino.

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Às vésperas da data de falecimento de Henry, Leniel Borel segue sem respostas: ‘Acredito que Monique segurou meu filho para Jairinho matá-lo’

Leniel revelou que acha que a ex-mulher, Monique Medeiros, ajudou o seu então namorado, Jairo Souza, a torturar Henry e matá-lo. O engenheiro acredita que ela tenha segurado o próprio filho e deixado Jairinho bater na criança. O Ministério Público acusa a professora de satisfazer as vontades do namorado por causa de sua condição financeira. Já Jairinho praticou a ação por sadismo, para satisfazer seus próprios desejos.

O engenheiro disse que acredita que seu filho foi assassinado pelo casal. Ele ainda disse que sua ex-mulher agiu desse modo por ambição, porque Henry estava ‘atrapalhando’ o relacionamento dela. Disse também que Jairinho é um psicopata e que sua máscara caiu somente após a morte de Henry. Depois do ocorrido, várias ex-namoradas revelaram que seus filhos foram torturados pelo ex-vereador. “Hoje, para mim, a Monique participou ativamente do ato, segurando o Henry pelos braços para o Jairo bater, com a intenção de matar ele”, disse o engenheiro.

Na última audiência de instrução de julgamento do processo, que aconteceu no início de fevereiro, Jairo e Monique alegaram que são inocentes. Durante a audiência, a mãe de Henry foi questionada pela juíza Elizabeth Machado sobre o que aconteceu na madrugada do dia em que o menino faleceu. A professora, por sua vez, afirmou que não sabia o que realmente aconteceu e que apenas seu ex-namorado poderia responder. Jairinho não respondeu nenhuma pergunta e novamente disse que nunca tinha agredido o enteado.

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Fonte: I7NEWS.IG.COM.BR