Minimercados em condomínios: a tendência que veio para ficar

Quem nunca precisou de um item de noite e se deparou com a dificuldade de comprar porque não queria sair de casa ou os supermercados já estavam fechados? Além disso, em tempos de pandemia, evitar aglomeração se tornou rotina para não correr o risco de exposição ao coronavírus. Mas minimercados em condomínios estão virando tendência e, com serviço de autoatendimento, trazem facilidade e comodidade para os moradores, além de segurança. Por outro lado, as vantagens de abrigar este tipo de estabelecimento na área interna também se voltam para o condomínio.

Minimercados em condomínios: a tendência que veio para ficarAlém dos produtos, minimercado também oferece bebidas geladas e comidas congeladas

Se a pandemia impulsionou a instalação de minimercados em condomínios, esse é um conceito que tende a ganhar ainda mais espaço no Brasil por conta de suas vantagens. “A proposta traz comodidade, segurança e facilidade nas compras pois o condômino não precisa sair de casa e expor sua segurança no caminho até o mercado. Além disso, evita aglomerações e contato com inúmeras pessoas desconhecidas”, explica Rafael Mancini, diretor de operações da VendPerto.

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Patrícia Lafuente, síndica profissional e moradora do Way Orquidário, na Baixada Santista, afirma que, desde o início do serviço, a aceitação ao minimercado tem sido boa. “Ele traz facilidade para os moradores, auxilia bastante numa emergência. Se a pessoa está fazendo um bolo e falta ovo, não precisa ir distante. Além disso, tem esfiha e massas congeladas, bolo, máquina de café e bebida gelada, é uma comodidade”, pontua. 

Ela ainda ressalta que o serviço beneficia também o condomínio. “É um atrativo para novos moradores, agrega valor ao condomínio. E o condomínio é remunerado em um percentual do lucro. Então quanto mais o condômino gastar, mais o condomínio recebe”, acrescenta. Segundo Rafael Mancini, o retorno financeiro para o empreendimento fica entre 2% e 6% das vendas do minimercado.

As compras são feitas através do conceito Honest Market, como mercado honesto, já que são por autoatendimento. “O pagamento pode ser em um totem com leitor de código de barras ou via aplicativo no smartphone do cliente. No início existem algumas dúvidas, mas quando o consumidor entende, se adapta e gosta do modelo por ser mais fácil e evita contato com outras pessoas”, detalha o diretor.

Minimercados em condomínios: a tendência que veio para ficarServiço funciona como autoatendimento e pagamento pode ser feito através de um totem com leitor de código de barras

A conta da praticidade vem nos preços. “Não são tão baratos. Se comparar com conveniência, é mais barato e com mercado atacadista, é mais caro. Os preços são equivalentes aos de mercado elitizado. Mas o minimercado em condomínio não está buscando preço e, sim, comodidade”, diz Patrícia Lafuente.

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Fonte: REVISTA.ZAPIMOVEIS.COM.BR