Fenômeno! Juliette revela que não tem o sonho de cantar fora do Brasil

Rafael Strabelli/Espaço das Américas Juliette


A movimentação do “fandom” na porta do Espaço Unimed, na zona oeste de São Paulo, nesta sexta-feira (13), serviu para reforçar o que o apresentador Tiago Leifert já havia anunciado em seu discurso na grande final do “Big Brother Brasil 21”:  Juliette conquistou um sucesso sem precedentes na história do reality show e “nunca esteve sozinha”.

A  advogada e maquiadora sofreu xenofobia, foi motivo de piadas, tachada como “instável” e votada por amigos próximos. Entrou como anônima e, em menos de três meses,  virou a celebridade mais badalada, ganhou mais de 30 milhões de seguidores no Instagram e hoje tem diversos contratos fechados com marcas consagradas.

Rafael Strabelli Juliette no palco do Espaço Unimed, em São Paulo


Agora, a  estrela paraibana resolveu priorizar a paixão pela música. Após dividir os vocais com grandes nomes da MPB, como Alceu Valença e Gilberto Gil, lançar um EP, que  quebrou recordes e se tornou o álbum nacional com mais pré-saves do Spotify, aterrissou na capital para o  último show da primeira fase da turnê “Caminho”, que passou por João Pessoa (PB), Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ).

Mas, antes de iniciar o espetáculo, a  ex-BBB recebeu o site para um bate-papo exclusivo. Ao ser questionada sobre se sentir nervosa por se apresentar na Terra da Garoa, garantiu que não. “Sempre vi São Paulo com carinho. Aqui, eu fui bem acolhida, abraçada, tenho muitos fãs, então, me sinto em casa. Estou tranquilíssima. Até subir no palco, depois não sei”, confessou, aos risos.

Rafael Strabelli/Espaço Unimed Juliette


Sobre um dos momentos mais emocionantes da noite — no qual apostou em uma versão própria da canção “De Quem é a Culpa?” para homenagear Marília Mendonça —, contou que a ideia foi sua: “Sempre tive muito carinho pela Marília, e, no ano em que estreei, o nosso país a perdeu. Então, acho que foi uma forma de mostrar a minha gratidão e enfatizar o quanto foi importante para nossa música”.

Outro ponto destacado durante a conversa foi o fato de alguns cactos — como são chamados os admiradores da artista — acamparem na entrada da casa para garantir bons lugares na apresentação. “Foi um misto de sentimentos. Ficava com dó, chorava de dó e, ao mesmo tempo, de felicidade, de gratidão, e pensando assim: ‘Tantas vezes tive medo de ficar sozinha e hoje tenho pessoas que fazem isso por mim. Então, é muito bonito e muito gratificante'”.

Rafael Strabelli/Espaço Unimed Juliette


Perguntada sobre o lugar do mundo onde gostaria de soltar a voz, manteve silêncio por certos segundos. “Cantar? Acho que sempre esperei cantar no São João de Campina Grande e vou fazer isso no dia 24 de junho”, respondeu, serenamente. Por fim, mencionou como se vê daqui a vinte anos no âmbito profissional: “Feliz, realizada, tendo feito o que amo e o que me fez bem. O resto é consequência”.

Diante disso, é válido destacar que Tiago Abravanel, Carlinhos Maia e Fernanda Paes Leme foram  alguns dos famosos que marcaram presença e dançaram ao som de “Benzin”, “Diferença Mara”, “Vixe Que Gostoso” e “Un Ratito”, parceria com o DJ Alok e participação dos porto-riquenhos Luis Fonsi, Lunay e Lenny Tavárez. O repertório trouxe ainda hits de Marina Senna, Anitta, Chico César e Maria Gadú.


Fonte: GENTE.IG.COM.BR