Fagner Vilela/iGMarquês de Sapucaí 2026
O Carnaval do Rio de Janeiro chega ao seu segundo dia de desfiles nesta segunda-feira (15). O Sambódromo da Marquês de Sapucaí recebe a segunda das três noites que irão definir a grande campeã de 2026.
Quatro agremiações entram na avenida na abertura, com apresentações que duram cerca de uma hora e meia cada. Tudo começa por volta das 22h, com a Mocidade Independente de Padre Miguel.
Em seguida, às 23h30, é a vez da Beija-Flor de Nilópolis. Já na madrugada, à 1h, quem assume a Sapucaí é a Unidos do Viradouro, e o encerramento da primeira noite ficará por conta da Unidos da Tijuca, prevista para entrar na avenida às 2h30.
Ao longo da noite, o iG acompanha tudo em tempo real para que você não perca nenhum detalhe dos desfiles na Sapucaí.
05h05 – Unidos da Tijuca finaliza desfile
Unidos da Tijuca fechou seu desfile aos 76 minutos e com folga.
04h16 – Baiana passa mal na Unidos da Tijuca
Rodrigo T. Ribeiro/iGUnidos da Tijuca
Uma baiana acabou de passar mal no setor sete e está sendo retirada de cadeira de roda.
03h38 – Unidos da Tijuca no aquecimento
Rodrigo T. Ribeiro/iGUnidos da Tijuca
A Unidos da Tijuca leva para a Marquês de Sapucaí um desfile de forte impacto histórico e emocional ao homenagear Carolina Maria de Jesus, uma das vozes mais potentes e silenciadas da literatura brasileira.
03h13 – Unidos do Viradouro finaliza o desfile
O Unidos do Viradouro finalizou seu desfile na Sapucaí.
02h56 – Unidos do Viradouro
Rodrigo T. Ribeiro/iGViradouro
O Unidos do Viradouro segue apresentando seu desfile na Sapucaí.
02h06 – Unidos do Viradouro entra na Avenida
Rodrigo T. Ribeiro/iGViradouro
A escola iniciou sua apresentação na Sapucaí. O carro veio forjado nas garras do Velho Leão: o rugir de um sonho, nesta alegoria um efeito sonoro de rugido do leão embala a abertura do mesmo.
01h46 – Unidos do Viradouro
Rodrigo T./iGViradouro
A Unidos do Viradouro iniciou o esquenta.
01h20- Beija-flor finaliza desfile
A Beija-Flor encerrou o desfile tranquilamente.
01h00 – Desfile da Beija-Flor continua
Fagner Vilela/iGBeija-Flor
A escola segue com seu desfile normalmente, sem qualquer intercorrência.
00h18 – Beija-Flor segue na avenida
Fagner Vilela/iGBeija-Flor
A escola de Nilópolis nos seus primeiros momentos de desfile.
23h55 – Beija-Flor faz esquenta
Fagner Vilela/iGBeija-Flor
A escola de Nilópolis iniciou o seu esquenta. Este ano, ela mergulhou profundamente na ancestralidade afro-brasileira ao levar para a Marquês de Sapucaí o Bembé do Mercado, manifestação histórica de fé, organização social e resistência negra.
23h32 – Fim do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel
A Mocidade encerrou o desfile com tranquilidade, aos 79 minutos.
23h10 – Roberto Carvalho, viúvo de Rita Lee, desfila
Rodrigo T. Ribeiro/iGRoberto de Carvalho no carro da Mocidade
Roberto Carvalho, viúvo de Rita Lee, desfilou em uma alegoria da Mocidade, representando o legado da Rainha do rock’n’roll brasileiro.
23h08 – A Mocidade Independente homenageia o cachorro Orelha
Rodrigo T. Ribeiro/iGMocidade homenageia cão Orelha
Em uma alegoria, a escola de Padre Miguel homenageou o cachorro Orelha, morto no início de janeiro, após ser brutalmente assassinado por adolescentes em Praia Brava, Santa Catarina.
23h03 – Mocidade segue abalando na Sapucaí
Rodrigo T. Ribeiro/iGMocidade Independente de Padre Miguel
A escola segue com 50 minutos na Passarela homenageando Rita Lee.
22h16 – Mocidade chama atenção com alegoria de rosto de Rita Lee
Rodrigo T. Ribeiro/iGMocidade Independente de Padre Miguel
No carro abre alas da mocidade o rosto de Rita Lee chama muita atenção, sua imagem abre o desfile da escola.
22h07 – Mocidade faz esquenta
Rodrigo T. Ribeiro/iGBateria da Mocidade Independente de Padre Miguel
Mocidade fazendo seu esquenta com a bateria, que já está no recuo.
22h – Mocidade Independente de Padre Miguel
Quem abre a noite é a Mocidade Independente de Padre Miguel, com o enredo “Rita Lee, a padroeira da liberdade”.
A escola leva para a avenida um panorama da vida e da carreira da cantora, passando pela formação com Os Mutantes, pelo movimento tropicalista, pela fase psicodélica e pela trajetória solo, ressaltando sua importância para a música brasileira.
Fonte: GENTE.IG.COM.BR

