Reprodução/X – Fórmula 1Perto de voltar à F1, Pérez relembra rivalidade com Verstappen
Durante quatro temporadas, Sergio Pérez teve a missão de ser companheiro de equipe de Max Verstappen. O mexicano dividiu o cockpit com o tetracampeão mundial e fez parte de uma era vitoriosa da Red Bull.
Porém, mesmo sendo um período de destaque para o piloto, Pérez revelou que não foi fácil o tempo que passou na equipe austríaca. Em entrevista ao podcast mexicano Los Cracks, ele afirmou que ser companheiro de Max não era fácil e relembrou a pressão que sofria na RBR por conta de seu desempenho em comparação ao do holandês.
“Tínhamos equipe para dominar o esporte pelos próximos dez anos, mas infelizmente tudo acabou. Era uma equipe complicada. Ser companheiro de Max já é difícil, mas ser companheiro de Max na RBR é o pior trabalho que existe na F1. Todos se esqueceram do quão difícil é estar nesse assento. Eu sabia o que me aguardava. O projeto era feito para Max”, iniciou Sergio Pérez.
“Na primeira vez que sentei com Christian (Horner, ex-chefe da RBR), ele disse: ‘Olha, vamos correr com dois carros porque é obrigatório. Mas esse projeto foi criado para Max. Max é nosso talento’. Eu disse: ‘Não importa. Estando aqui, vou desenvolver o carro e apoiar a equipe’”, complementou o piloto.
“Toda essa pressão era enorme. A equipe reclamava; na RBR, tudo era um problema. Se era muito rápido, era um problema, porque se criava um ambiente muito tenso. Mas, se era mais lento que Max, também era um problema”, finalizou o mexicano.
Retorno
Em 2026, Sergio Pérez retorna à Fórmula 1, dessa vez para guiar a estreante Cadillac. Ele formará a dupla de pilotos com o finlandês Valtteri Bottas. Aos 35 anos, o mexicano não competia na F1 desde 2024, quando deixou justamente a Red Bull. Pérez começou na Fórmula 1 em 2011 e passou pelas equipes Sauber, McLaren, Force India e Racing Point.
Fonte: ESPORTE.IG.COM.BR

