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Entrevista: Polícia Civil apresenta avanços na investigação sobre assassinato de professora e escrivã de polícia

Autoridades esclareceram o andamento do inquérito e reforçaram que o crime não tem relação com a atividade acadêmica da vítima

O Governo de Rondônia, por meio da Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO), apresentou nesta segunda-feira, dia 09 de fevereiro de 2026, novos avanços nas investigações sobre a morte da professora de uma instituição de ensino superior particular e escrivã de polícia Juliana de Matos Lima Santiago. As informações foram repassadas durante uma coletiva de imprensa realizada para atualizar a sociedade sobre o caso.

A entrevista contou com a presença do delegado-geral da Polícia Civil, Jeremias Mendes, e da diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Leisaloma Carvalho, que detalharam os principais pontos já esclarecidos e o que ainda está sendo apurado.

Segundo a Polícia Civil, as investigações tiveram início logo após o crime, com a realização de diligências, oitivas de testemunhas e coleta de informações técnicas. Durante o interrogatório, o suspeito alegou que mantinha um relacionamento com a vítima, versão que foi descartada pela investigação após a análise dos fatos e dos depoimentos colhidos.

Conforme relataram testemunhas, o investigado teria tentado se aproximar de Juliana, mas foi rejeitado. A apuração aponta que ele demonstrava frustração e ciúmes em relação à vida pessoal da vítima. A Polícia Civil também esclareceu que o crime não tem qualquer relação com notas, avaliações ou situações ligadas à faculdade onde Juliana lecionava.

O homicídio ocorreu no primeiro dia de aula do semestre, em 06 de fevereiro de 2026. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de dar entrada no hospital. Até o momento, não há provas que indiquem a existência de qualquer tipo de relacionamento entre ela e o suspeito.

O investigado foi preso logo após o crime. Durante a audiência de custódia, a prisão foi mantida e convertida em preventiva. O prazo inicial para a conclusão do inquérito é de até 10 dias, período em que a Polícia Civil segue com os trabalhos para esclarecer completamente o caso e reunir todos os elementos necessários para o encaminhamento à Justiça.

As autoridades reforçaram o compromisso com uma investigação técnica e responsável, destacando a importância de divulgar apenas informações oficiais para evitar especulações e preservar a integridade do processo.

Pimenta Virtual – Da Redação
Fonte
Texto: Daiane Coelho
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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