DivulgaçãoWill Bank
A Mastercard executou dívidas do Will Bank, pertencente ao Banco Mastere passou a ter participação como acionista na e-commerce Westwing e no Banco de Brasília (BRB). Segundo a empresa, não há intenção de exercer os direitos políticos associados às ações.
Com o novo cenário, a Mastercard passa a ser dona de 6,93% do capital do BRB. Na última segunda-feira (19), a empresa informou que “houve a consolidação da propriedade, em favor da Mastercard, de 33.684.706 ações de emissão do BRB, representativas de 6,93% do capital social total do BRB, sendo 11.750.000 ações ordinárias e 21.934.706 ações preferenciais”.
Enquanto na Westwing, a Mastercard assume mais de três milhões de ações ordinária, ou seja, 31,87% do capital social. A bandeira informou que as ações serão vendidas e que não há pretensões de modificar o controle ou estrutura administrativa da e-commerce.
Suspensão de cartões do Will Bank
Nesta quarta-feira (21), a Mastercard decidiu parar de aceitar transações feitas via cartões do Will Bank, devido à irregularidades. A decisão é uma medida para evitar que o valor devido pelo banco digital à empresa aumente.
“Nós, assim como os reguladores, acompanhamos de perto as operações do Will Bank há algum tempo para entender como as regras da nossa rede estavam sendo cumpridas, a fim de apoiar os participantes do ecossistema que dependem de seus serviços. Diante de mudanças no atendimento a essas obrigações, e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios, suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, diz nota da Mastercard.
Desde novembro de 2025, o Will Bank é alvo de Administração Especial Temporária, imposto pelo Banco Central (BC), deviso à “graves violações” às normas do sistema financeiro e problemas de liquidez.
Fonte: ECONOMIA.IG.COM.BR

