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A ginecomastia, ou o desenvolvimento excessivo do tecido mamário nos homens devido a desequilíbrios hormonais, afeta entre 40% e 50% da população masculina em algum momento da vida. Embora muitos casos ocorram durante a puberdade e desapareçam espontaneamente, a procura por uma solução definitiva tem crescido, especialmente nos Estados Unidos. As informações são do Hindustan Times.
De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, a cirurgia de redução mamária se tornou a mais realizada entre os homens, com 26.430 procedimentos realizados em 2024, um aumento significativo em relação aos 20.955 de 2019.
Como é realizada a cirurgia de ginecomastia?
A abordagem cirúrgica varia conforme o tipo e a gravidade do caso. Quando o aumento das mamas é causado por excesso de gordura (pseudoginecomastia), a lipoaspiração é a técnica mais indicada.
Já nos casos de ginecomastia, quando há um crescimento excessivo de tecido glandular sob o mamilo, a remoção da massa é feita por meio de uma incisão ao redor da aréola.
Além dos benefícios físicos, a cirurgia também tem um impacto profundo no aspecto emocional dos pacientes, proporcionando não só um corpo mais harmônico, mas também maior confiança e autoestima.
Brasil
No Brasil, a primeira cirurgia de ginecomastia foi realizada em outubro de 2023 pelo Hospital Universitário Ana Bezerra ( HUAB), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte ( UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares ( Ebserh).
O procedimento foi realizado em um jovem de 16 anos, natural de João Câmara, cidade localizada no interior do Rio Grande do Norte. Após ser encaminhado ao ambulatório de mastologia do HUAB, o paciente foi diagnosticado com ginecomastia e a remoção cirúrgica foi recomendada.
Fonte: DELES.IG.COM.BR

