Moda volta o olhar para mulheres acima dos 50 anos

Moda volta o olhar para mulheres acima dos 50 anos

DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA DE IMPRENSAModa amplia foco e passa a enxergar mulheres 50+

Durante décadas, a indústria da moda concentrou seus esforços quase exclusivamente na juventude. Esse padrão, no entanto, começa a ser revisto à medida que mulheres acima dos 50 anos ganham visibilidade, influência e protagonismo no consumo.

Com mais tempo de vida, autonomia financeira e uma relação mais segura com a própria imagem, esse público vem pressionando marcas a repensar produtos, campanhas e narrativas.

A transformação não acontece por acaso. Estudos de mercado já indicam crescimento consistente da moda voltada a mulheres maduras, impulsionado por renda disponível, desejo por qualidade e busca por peças que unam estética, conforto e identidade.

Trata-se de um grupo que consome de forma consciente e rejeita rótulos associados à invisibilidade ou à ideia de que estilo tem prazo de validade.

Rita De Marchi, empresária e fundadora da Impressionata Acessórios de Luxo, com atuação no varejo voltado ao público feminino adulto, avalia que o comportamento de compra dessas mulheres vai além da funcionalidade.

“A moda é uma linguagem viva, e quando ela ignora certas pessoas, ela deixa de dialogar com uma parte significativa da sociedade”, afirma.

Apesar do peso econômico, mulheres 50+ ainda aparecem pouco em campanhas publicitárias e ações de marketing. No Brasil, a presença desse grupo em editoriais e anúncios segue limitada, muitas vezes restrita a abordagens estereotipadas.

O contraste entre poder de compra e representação revela um descompasso que o setor começa, lentamente, a corrigir.

Segundo especialistas, o consumo nessa faixa etária está diretamente ligado à autoestima, à trajetória pessoal e ao estilo de vida. As escolhas refletem segurança e autenticidade, não a tentativa de parecer mais jovem. Para Rita, esse movimento redefine o conceito de elegância.

“O estilo mais maduro não é conservadorismo parado no tempo, mas o resultado de vivência, repertório e liberdade para escolher o que faz sentido.”

A tecnologia também tem papel decisivo nesse cenário. Plataformas digitais, comércio eletrônico e ferramentas de personalização ampliaram o acesso a referências e possibilitaram experiências de compra mais alinhadas às preferências individuais.

Com isso, mulheres maduras passaram a interagir mais com marcas e a exigir comunicação direta, respeitosa e representativa.

O avanço desse público sinaliza uma mudança estrutural no mercado fashion. Mais do que acompanhar uma tendência, marcas que investem nesse diálogo reconhecem uma realidade demográfica e cultural em expansão.

A moda, ao ampliar seu olhar, passa a refletir com mais fidelidade a diversidade de idades, histórias e estilos que compõem a sociedade atual.

Fonte: DELAS.IG.COM.BR

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