Nova plataforma mostra se link é confiável ou se foi criado para roubar dados

Divulgação Tentativas de fishing aumentaram 9% no período que antecede a Black Friday


Às vésperas da Black Friday , os consumidores ganharam uma nova ferramenta para evitar cair em golpes na hora de aproveitar as ofertas. Por meio do site Eu Alerta, o cliente poderá conferir se um link é idôneo ou se foi criado com o propósito de roubar os dados dos usuários.

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Para verificar se um site está praticando phishing, ou seja, está tentando roubar os dados dos consumidores, basta copiar e colar o link suspeito na ferramenta eualerta.compreconfie.com.br, deixar um e-mail para contato, caso deseje, e depois receber um retorno sobre a procedência do endereço online.

A iniciativa foi criada pela empresa de soluções antifraude ClearSale, por meio do Threat Explorer, iniciativa do hub de inovação da companhia, e a Neotrust/Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

Segundo a Kapersky, empresa de cibersegurança, as tentativas de fishing aumentaram 9% na América Latina, entre 29 de outubro e 18 de novembro.

De acordo com Fabio Assolini, analista sênior do time de investigação e análise, foram bloqueadas 5.936.074 tentativas de acesso a sites de phishing na América Latina nesse período, uma média de 196 detecções por minuto.

O que é phishing?

Phishing é a prática adotada pelos criminosos para roubo de dados dos cidadãos. O nome ‘phishing’ tem relação com o termo em inglês, que significa pescaria, uma vez que os golpes têm como objetivo induzir a vítima a “morder a isca” e informar seus dados voluntariamente.

O mais comum é que fraudadores se passem por bancos ou empresas de cartão de crédito solicitando informações sensíveis, como senhas e dados de cadastro, ou mesmo solicitando a instalação de falsos softwares de segurança, etc.

Em épocas como a Black Friday , é comum que os criminosos enviem links simulando promoções ou usando o nome de lojas conhecidas para atrair os consumidores.

Com os dados dos usuários, as quadrilhas conseguem realizar compras no e-commerce, fazer pedidos de empréstimos, aberturas de contas bancárias, solicitações de cartões de crédito, entre outras atividades que resultam em prejuízo para a vítima.

Fonte: tecnologia.ig.com.br/dicas/2020-11-25/nova-plataforma-mostra-se-link-e-confiavel-ou-se-foi-criado-para-roubar-dados.html