Com festivais e shows chegando, vale a pena pagar seguro de celular?

Com festivais e shows chegando, vale a pena pagar seguro de celular?

Divulgação/The Town The Town tem início neste final de semana

Neste final de semana tem início a primeira edição do The Town, que marca o começo de um semestre cheio de festivais e shows de música. Primavera Sound e Tomorrowland são outros festivais que marcam a cena brasileira deste ano, que conta ainda com shows de nomes internacionais como Paul McCartney, Rod Stewart, Alanis Morissette e Taylor Swift.

Geralmente, eventos de grande porte como esses deixam o público preocupado com a possibilidade de ter o celular roubado. Para proteger o smartphone, existe a possibilidade de contratar um seguro.

Como funcionam os seguros de celular?

Assim como outras modalidades de seguros, os que protegem smartphones cobram uma taxa anual, que pode ser parcelada, para cobrir eventuais danos sobre os smartphones. A depender da opção contratada, a cobertura pode ser apenas sobre furto e roubo ou pode abranger também outros danos, como quebras acidentais ou falhas causadas por líquidos.

“Esses seguros são um investimento inteligente para quem deseja desfrutar dos eventos com mais tranquilidade, garantindo a proteção dos seus bens e minimizando possíveis inconvenientes não só durante os shows e festivais, mas também pensando em permanecer com o seguro para o dia a dia”, afirma Bruna Melo, COO da Ciclic, uma das marcas que oferecem seguro para celular.

Quanto custa um seguro de celular?

Os preços cobrados variam de acordo com o modelo e marca do smartphone. Quanto mais caro o celular, mais caro tende a ser o valor do seguro. O preço também oscila de acordo com a empresa que presta o serviço, além da modalidade contratada.

No Brasil, o seguro de celular é fornecido por grandes seguradoras, como Zurich e Porto Seguro, por bancos, como Nubank, Itaú e Banco do Brasil, e por empresas especializadas, como Ciclic e Pier.

A reportagem pesquisou preços em várias dessas empresas, fazendo a cotação para um Samsung Galaxy A52. No caso de cobertura contra roubo e furto, o valor oscilou entre R$ 191, pela Porto Seguro, e R$ 549, pelo Banco do Brasil. Já em coberturas mais completas, que incluem acidentes, o preço variou entre R$ 265, pela Zurich, e R$ 594, pelo Banco do Brasil.

Os preços mais baixos encontrados representaram, nesse caso, uma taxa anual entre 11% e 15% do valor do smartphone.

O que devo saber antes de contratar um seguro de celular?

Antes de contratar um seguro de celular, é importante pesquisar não apenas o preço praticado para o seu modelo de smartphone, mas também os benefícios oferecidos por cada opção.

Em primeiro lugar, é necessário analisar a cobertura do seguro. Algumas modalidades cobrem apenas roubo mediante arrombamento, ou seja, o cliente terá que ter provas de que o smartphone foi roubado para que o seguro seja acionado. Em outros casos, a cobertura alcança furtos simples, ou seja, aqueles em que o celular foi levado sem demais danos e sem possibilidade de provas.

Ainda sobre a cobertura, alguns planos já incluem, por preço acessível, cobertura contra acidentes. Há ainda opções, como é o caso do Nubank, de modalidades com proteção para transações online que podem ser feitas pelos criminosos após um roubo.

Em segundo lugar, é muito importante analisar o valor da franquia, ou seja, o valor que o cliente precisa pagar quando o seguro é acionado. Em alguns casos, a franquia é uma taxa fixa, em reais. Em outros, é uma porcentagem do valor do smartphone. Na hora de analisar, é importante fazer as contas, já que pode ser que compense pagar um valor um pouco mais alto na parcela do que contratar uma franquia muito alta.

Por fim, é essencial analisar o período de carência, ou seja, o prazo para que o seguro entre em vigor. Na maioria dos casos, o prazo é de 30 dias, então é importante se programar com antecedência para estar com o smartphone protegido no dia do show ou festival em questão.

Fonte: TECNOLOGIA.IG.COM.BR