Divulgação – MSC CruzeirosSyrus – Grécia
A ilha de Syros, na Grécia custeia a estadia de visitantes que podem cuidar dos gatos da região. O programa de voluntariado Syros Cats, abre inscrições anualmente e aceita quem pode viajar até a ilha e ajudar no cuidado dos animais.
Funciona da seguinte forma: o projeto Syros Cats oferece acomodação, café da manhã e contas de consumo como água, luz e gás em troca de 5 horas de trabalho voluntário por dia, durante cinco dias na semana. O projeto sempre precisa de voluntários, especialmente veterinários ou auxiliares com experiência na área para cuidar dos animais.
Como participar
Para participar, o voluntário deve ficar atento ao site ou acompanhar o projeto nas redes sociais para saber quando abrem novas oportunidades. Em seguida, deve entrar no site da Syros Cats, preencher um formulário de contato informando a data em que gostaria de começa; fazer um resumo do seu trabalho atual e destacar qualquer experiência que já teve no cuidado de felinos. A inscrição para o trabalho voluntário de 2026 já encerrou.
A organização avisa que seleciona pessoas a partir dos 25 anos e com nível de autossuficiência e iniciativa que correspondam as expectativas e as necessidades do projeto. Geralmente, eles selecionam 4 voluntários por vez para compartilhar a casa. Cada pessoa fica em um quarto individual, mas a cozinha, a sala de estar e o banheiro são compartilhados.
Atenção
Os voluntários são responsáveis por chegar à ilha, o projeto não custeia passagens. Além disso, os voluntários também precisarão comprar a própria comida para o período de estadia.
Se o voluntário tiver um passaporte de um país que não seja da União Europeia, só serão permitidas estadias de até 90 dias a cada seis meses em toda a zona de Schegen.
O voluntário também deverá ter seguro saúde da União Europeia e adquirir um seguro de viagem.
De acordo com as regras, nômades digitais são aceitos, mas devem ter horários flexíveis de trabalho porque a organização avisa que os horários de voluntariado são fixos. Eles dão prioridade para voluntários que podem ficar por longos períodos, mas não aceitam animais de estimação e nem crianças.
Vale destacar que, mesmo com tantas regras, o modelo de turismo social compensa para muitos e as vagas são muito disputadas porque não pagar estadia reduz muito os custos da viagem. Além disso, Syros, é uma das ilhas mais bonitas do arquipélago das Cíclades, na Grécia e é muito disputado durante o verão.
Então, para quem busca uma experiência simples em um local paradisíaco na Europa, fazer turismo com propósito social pode ser a melhor opção de viagem.
O voluntariado
O turno da manhã começa às 8h e vai até 13h. O voluntário dá comida para gatos com necessidade especiais ou que estão em gaiolas, alimentam os gatos de rua e de praia, dá remédios em comprimidos, cuida da limpeza dos animais e dá colírio para os que necessitam, limpa caixas de areia, troca o lixo e ajuda em outras funções.
A parte da noite se inicia uma hora antes do por do sol. O trabalho consiste em alimentar animais na área de alimentação inferior da ilha. Além disso os voluntários devem limpar caixas de areia, recolher os gatos, dar comida, trocar o lixo e auxiliar na limpeza a higiene de outros gatos.
Em alguns momentos, também será necessário regar plantas da casa, preparar gaiolas para prender gatos selvagens para castração, descarregar suprimentos, ração e areia dos carros.
A ilha
Syros é uma pequena Ilha de 25 mil habitantes, situada no Mar Egeu e é capital do arquipélago das Ciclades, na Grécia. A cidade possui teatros, mosteiros católicos e igrejas ortodoxas como pontos turísticos, mas o que atrai mais turistas são as praias. As mais populares são Galissas, Lini e Megas Gialos. Há muitos restaurantes com comidas típicas, mas também há comidas para outros gostos.
WikimídiaSyrus – região de Ermoupolis (GR)
Segundo o projeto, há mais de 3 mil gatos na rua que vivem em lixeiras, terrenos baldios, casas abandonadas, sempre espalhados pela ilha. Muitos estão em péssimas condições. A expectativa de vida média de um gato de rua não esterilizado na Grécia é de apenas três anos porque muitos morrem de fome, frio, envenenamento e doenças.
Fonte: TURISMO.IG.COM.BR

