Gerada com IATurista Argentino
Somente em janeiro de 2026 os visitantes internacionais deixaram S$U 137 milhões, o equivalente a R$ 3,7 bilhões de reais, na economia do país. Os dados foram divulgados pelo Banco Central e pela Embratur nesta terça-feira (24). O valor está de acordo com a cotação atual da moeda norte-americana e representa o terceiro maior da história para o período.
Também nos primeiros 31 dias do ano, o país registrou 1,4 milhão de chegadas de visitantes estrangeiros. Isso significa que o turismo é uma das áreas da economia brasileira mais aquecidas. Segundo o Banco Central, em janeiro, o país arrecadou mais com turismo do que com a exportação de algumas commodities.
O valor injetado com o turismo internacional é 50% maior do que o país arrecadou com a exportação de do algodão S$U 489 milhões, ou R$ 2,5 bilhões (2.56.956.400,00) e com o açúcar S$U 728 milhões, cerca de R$ 3,7 bilhões (3.762.012.800,00).
Países emissores de turistas
Os países da América do Sul são os que mais enviam turistas internacionais para o Brasil, segundo o Ministério do Turismo. A Argentina lidera o ranking com 741.827 visitantes, seguida do Paraguai com 112.698 chegadas registradas. Em terceiro lugar vem o Chile com 112.673 e Uruguai em quarto lugar com 79.055. Para completar a sequência dos dez maiores emissores de visitantes tem os Estados Unidos com 56.891, Portugal com 28.678, Alemanha 21.446, França 20.337, Itália 18.595 e Reino Unido com 18.245 visitantes.
De acordo com a Embratur, o Brasil iniciou 2026 com um alto número de chegadas no primeiro mês, Ao todo foram 1,4 milhão de turistas internacionais que visitaram o país. A procura por destinos variados no Brasil registrou alta entre países como Colômbia, China, Peru, Portugal, Espanha, México e França.
Segundo a instituição o setor turístico corresponde a 8% do Produto Interno Bruto nacional e é um dos pilares estratégicos na economia do país. Os recursos que entram através do visitante estrangeiro fica no país pois alimenta o comércio local como pousadas e pequenos restaurantes, motoristas de aplicativo e até microempresas.
Fonte: TURISMO.IG.COM.BR

