DivulgaçãoSéruns antioxidantes de Cetaphil revolucionam a rotina
Por muito tempo, a pele sensível foi tratada como nicho. Uma categoria reservada às peles que ficavam vermelhas com facilidade. Mas não mais. No maior levantamento já feito sobre o tema, com quase 17 mil participantes em vários continentes, 78% se declararam afetados por algum grau de sensibilidade. Esse estudo é da Galderma e foi apresentado no congresso europeu de dermatologia, o EADV, em 2025.
A própria empresa estima que a prevalência cresceu 68% em duas décadas. Mas lembrando: trata-se de autodeclaração, e revisões científicas mostram que o resultado muda conforme a pergunta que é feita. Mas a tendência das respostas é a mesma em todas as pesquisas: a sensibilidade largou o espaço de exceção.
Sensível ou sensibilizada?
É importante pontuar uma diferença: a pele sensível, no sentido clínico, reage com ardor, coceira ou reações a estímulos que supostamente não deveriam provocar isso. Já a pele sensibilizada reflete outro quadro: ela é um estado reativo da pele, muitas vezes conectado com uma barreira machucada pelo excesso, que passa a reagir ao que antes tolerava.
E quando a gente fala em excesso, é impossível não falar sobre a influência das redes sociais. Em junho de 2025, pesquisadores da Northwestern University publicaram na revista Pediatrics a primeira análise científica de rotinas de skincare de meninas de 7 a 18 anos no TikTok. Eles chegaram a uma média de seis produtos por rotina. Nos vídeos com maior número de visualizações havia uma média de 11 ativos potencialmente irritantes. E surpreendentemente, apenas 26% das rotinas diurnas incluíam protetor solar.
No Brasil não é diferente. Aqui, a farmácia tem o papel de vitrine. Segundo dados da IQVIA, o mercado de dermocosméticos movimentou R$ 12,3 bilhões nos 12 meses até julho de 2025, alta de 8,3%. Dos R$ 945 milhões de crescimento, R$ 796 milhões vieram de produtos novos. É uma categoria que cresce a cada lançamento.
O paradoxo do antioxidante
Diante desse cenário, os antioxidantes ficaram imersos em uma contradição. Eles são a defesa clássica e mais efetiva contra poluição, sol e luz de tela, famosos geradores de radicais livres e estresse oxidativo. Mas o mais famoso deles, a vitamina C pura, precisa de pH abaixo de 3,5 para atravessar a pele, segundo estudo clássico do dermatologista Sheldon Pinnell, de 2001. Essas condições mais extremas acabam sendo um dos fatores que traz sensibilidade como resposta a esses produtos.
Com isso, o que era cuidado, vira uma contradição: quem mais precisava de proteção era quem menos conseguia usá-la. O dermatologista americano Aaron Farberg, ouvido pela Galderma, descreve o mesmo dilema no consultório: chega a ele o relato de pacientes que evitam a vitamina C por conta das reações adversas, dentre elas a sensibilidade.
É justamente nesse espaço que novas propostas de antioxidantes chegam ao mercado. Os novos séruns AM/PM da Cetaphil, lançados globalmente em março e já nas farmácias brasileiras por cerca de R$ 230 cada, são uma das opções mais globais chegadas recentemente ao mercado, justamente pela abordagem que o conecta ao ciclo circadiado. Um é para o dia, com foco em proteção. E o outro, para a noite, com foco em reparo. Os dois com um ativo em comum: o ácido gálico.
De acordo com Daniele Baeta, Diretora da Unidade de Negócio de Skincare Dermatológico e Dermatologia Terapêutica, o lançamento reforça o compromisso da marca com as necessidades da vida moderna. “Sabemos que fatores externos, como sol, poluição e luz azul, podem aumentar o estresse oxidativo diário da pele, acelerando o envelhecimento. Por isso, desenvolvemos uma rotina completa, com ingredientes específicos para proteção durante o dia e reparação à noite. Cetaphil AM/PM é indicado para todos os tipos pele e foi testado inclusive em peles sensíveis, unindo eficácia e segurança dermatológica”, afirma.
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Uma molécula com currículo
Esse herói da fórmula, o ácido gálico, é pouco óbvio: um polifenol presente em semente de uva, carvalho, hamamélis e chá verde. Ele tem três hidroxilas vizinhas na estrutura, que é o caminho de doação facilitada de elétrons aos radicais livres.
E essa generosidade química tem história. Misturado ao ferro, o ácido gálico das galhas de carvalho formava a tinta ferrogálica, padrão da escrita no Ocidente da Idade Média ao século 19. O Codex Sinaiticus, a Bíblia completa mais antiga que se conhece, foi escrito com ela. Enquanto no papel essa reação com o ferro vira cor, na pele, ela vira proteção.
A Cetaphil combina o ácido gálico com com outros ativos: a vitamina E, que protege a fase oleosa da pele e polifenóis como o gálico conseguem regenerá-la, como mostram estudos em sistemas-modelo. E mais outros compostos são adicionados à formulação: o ácido gálico aparece ligado a uma glicose, estratégia que estabiliza polifenóis que oxidam fácil, e há um quelante para sequestrar metais. Tudo isso para estabilizar um antioxidante super potente que, assim como outros antioxidantes, encontram na estabilização de fórmula seu maior desafio.
DivulgaçãoSéruns antioxidantes de Cetaphil revolucionam a rotina
Cuidado para o dia e para a noite.
A divisão em dois séruns conversa com a cronobiologia. Uma revisão de 2019 no Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology mostra que perda de água, temperatura e fluxo sanguíneo da pele variam ao longo do dia, e que a multiplicação das células atinge o pico perto da meia-noite. Com isso, faz todo sentido que a fórmula entregue exatamente o que a nossa pele precisa ao longo do dia: defesa de dia e reparo à noite. Enquanto o Sérum diurno, o Advanced Defense Serum, conta com a união do ácido gálico com a vitamina E para proteger a pele, o tratamento noturno, o Repair Serum, tem uma adição crucial: a centella asiática, acelerando em até 2x o reparo da pele. Mas uma coisa é muito importante: sem sono, o reparo não acontece direito. O trabalho não é todo do sérum. Fora, obviamente, a adição do protetor solar à rotina.
Para o dermatologista Paulo Notaroberto (CRM-RJ 52577850 / RQE 17972), respeitar esse ritmo pode tornar o cuidado com a pele mais eficaz. “O uso dos produtos desenvolvidos para diferentes momentos do dia fortalece o funcionamento natural da pele e potencializa os resultados da rotina de skincare. Durante o dia, o foco está na proteção contra os agressores ambientais e o estresse oxidativo, enquanto à noite a pele está mais receptiva a ativos que estimulam a reparação, a hidratação e a renovação celular. O resultado é uma pele visivelmente mais uniforme e radiante, firme e elástica, com menos linhas”, explica o especialista.
O ácido gálico tem o dobro da eficácia antioxidante da vitamina C, eficiência medida em testes de laboratório, e testes diferentes dão rankings diferentes: num estudo de 2022, o gálico venceu a vitamina C em dois ensaios e perdeu num terceiro. Já a pele até sete vezes mais forte e o reparo de barreira duas vezes mais rápido vêm de avaliações clínicas registradas como dados internos da empresa. São dados que corroboram com a teoria que cerca a criação desse sérum.
O que levar para a rotina
. Se produtos que nunca incomodaram passaram a arder, desconfie de excesso antes de concluir que sua pele “é sensível”;
. Volte ao básico e procure um dermatologista se o desconforto continuar;
. Introduza um ativo novo por vez, para saber o que ajuda e o que irrita;
. De manhã, antioxidante e, por cima, protetor solar. Um complementa o outro, nunca substitui;
À noite, priorize a barreira: hidratação, ativos calmantes e sono.
Quando observamos os últimos movimentos da indústria, vivemos um maximalismo não filtrado. Ela passou a recomendar cada vez mais produtos para uma população que pouco vai ao dermatologista e conta com a influência dos comunicadores digitais para definir suas rotinas de cuidados com a pele. Com isso, o exagero é comum: mais ácido, mais porcentagem, mais passos. Lançamentos como esse sugerem uma virada para a tolerância, desenhada para a maioria que hoje se diz sensível. O ácido gálico tem uma história que ultrapassa mil anos. Agora ele entra em um novo capítulo: reescrevendo a história da nossa pele.
Sobre a Galderma
A Galderma é uma das empresas líderes em dermatologia, presente em aproximadamente 90 países. Oferecemos um portfólio inovador, embasado em ciência, com marcas e serviços premium que abrangem todo o universo do mercado dermatológico em rápido crescimento, por meio dos negócios de Estética Injetável e Skincare Dermatológico & Dermatologia Terapêutica. Desde a nossa fundação, em 1981, dedicamos nosso foco e paixão ao maior órgão do corpo humano – a pele – atendendo às necessidades individuais de consumidores e pacientes com resultados superiores, em parceria com profissionais de saúde. Estamos avançando a dermatologia para cada história de pele, por entender que a pele em que estamos molda nossas vidas. Para mais informações, acesse: www.galderma.com/br-pt/brasil
Fonte: GENTE.IG.COM.BR

