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Tia da garota que morreu afogada junto com a mãe em Cerejeiras nega que a menina estivesse dirigindo o carro que caiu no rio

Josiane Aparecida Garcia Ramajeo havia se mudado há cinco meses de Sinop (MT) para Cerejeiras

Diante do boato de que uma menina de 12 anos, que morreu em um acidente dramático registrado próximo a Cerejeiras no último sábado, dia 1º, estaria dirigindo o carro a bordo do qual estava também a mãe dela, de 43 anos, o FOLHA DO SUL ON LINE ouviu uma concunhada da mulher, e tia da garota.

Identificadas como Josiane Aparecida Garcia Ramajeo (mãe) e Ana Julia Garcia Ramajeo (filha), as duas vítimas já foram veladas e sepultadas em Cerejeiras. Ambas moravam na cidade de Sinop, em Mato Grosso, de onde se mudaram há cerca de 5 meses. O marido de Josiane conseguiu emprego em uma fazenda na Linha 11, zona rural de Pimenteiras do Oeste, e se mudou de Cerejeiras para a propriedade.

A entrevistada, ouvida pelo site nesta segunda-feira, 03, contou que Josiane, pedagoga que lecionava na cidade mato-grossense, estava levando a filha para tomar uma medicação em Cerejeiras, quando perdeu o controle da direção do veículo. Ainda não se sabe o que aconteceu para resultar na tragédia, já que a motorista estava acostumada a passar de carro por aquele trecho.

Familiares das duas vítimas da fatalidade estiveram no quartel do Corpo de Bombeiros de Cerejeiras, onde obtiveram a informação de que a filha foi retirada primeiro do carro, e levada inconsciente para a margem do rio, onde recebeu massagens cardíacas, procedimento executado pelos militares na tentativa de que fazê-la recobrar os sentidos.

Para resgatar a mãe, os Bombeiros tiveram que virar o carro e cortar o cinto de segurança ao qual ela estava presa no banco do motorista. Josiane, no entanto, já havia morrido pelo afogamento. A educadora, o marido e a filha eram todos fieis da igreja Congregação Cristã do Brasil desde que moravam em Mato Grosso. O casal tem outra filha, de 19 anos, que mora na Itália.

A tia entrevistada revelou que o marido de uma e pai da outra vítima ficou indignado com a “fake news” de que a menina estava na direção. “A mãe nunca deixou a Ana Júlia dirigir nem mesmo no pátio da fazenda em que a família morava. Aliás, ela era uma criança, não sabia dirigir e jamais tinha pegado no volante”, finalizou a familiar.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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