Hamas afirma que 13 reféns foram mortos desde o início da guerra

Hamas afirma que 13 reféns foram mortos desde o início da guerra

O Exército israelense tem realizado ataques aéreos em pontos estratégicos usados pelo Hamas em Gaza| Foto: EFE/EPA/MOHAMMED SABEROuça este conteúdo

A organização terrorista Hamas disse que 13 reféns capturados desde o final de semana foram mortos durante a contraofensiva de Israel em Gaza.

Os extremistas sequestraram mais de 100 pessoas em um ataque surpresa ao território israelense no sábado (7), das quais 13 vítimas fatais já foram anunciadas pelo grupo. Apesar do comunicado, fontes oficiais do governo de Israel e da ONU ainda não confirmaram a informação.

Nesta quarta-feira (11), o Ministério da Defesa israelense afirmou que entre os reféns há brasileiros, argentinos, americanos e de nacionalidades europeias.

O porta-voz das Forças Armadas de Israel (FDI), Amnon Sheffler, disse nesta quinta-feira (12) que os ataques aéreos realizados pelo país têm como alvo apenas instalações militares do Hamas. O resgate de reféns, segundo ele, “é umas das máximas prioridades das forças israelenses”.

“Temos certeza de que deixamos o mínimo de civis feridos e mortos, é algo que botamos muito esforço. Nossos reféns são uma clara prioridade e os tomamos em consideração de todas as maneiras que podemos”, afirmou durante coletiva de imprensa.

As Forças Armadas de Israel (FDI) deram 24 horas para os moradores de Gaza se deslocarem em direção ao sul da região nesta sexta-feira (13), antes de iniciar novos ataques aéreos na área. De acordo com o aviso, os civis poderão regressar ao norte da cidade de Gaza “apenas quando for feito outro anúncio permitindo tal movimento”.

Em resposta ao aviso, o Hamas disse nesta sexta-feira (13) para os palestinos não deixarem suas casas, visto que as afirmações de Israel fazem parte de uma “guerra psicológica”.

“A ocupação está tentando espalhar e fazer circular propaganda falsa através de vários meios, com o objetivo de criar confusão entre os cidadãos e minar a estabilidade da nossa frente interna”, diz o comunicado.

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Fonte: GAZETADOPOVO.COM.BR